Comportamento do Reagente Bluestar® em Manchas de Sangue Frente a Diferentes Tempos, Superfícies e Lavagem

Authors

  • Cristina Saft Matos Vieira
  • Christian Zamberlan Angheben
  • Fabio Delwing
  • Mário Marques Fernandes
  • Rachel Ribeiro Tinoco
  • Rosane Pérez Baldasso

DOI:

https://doi.org/10.17063/bjfs5(4)y2016402

Keywords:

Blood stains, Reagent, Manchas de sangue, Forensic dentistry, Reagentes, DNA, Odontologia legal, Luminescence, DNA, Luminescência

Abstract

Com o avanço da tecnologia e o crescente número de crimes, o perito odontolegista tem atuado de forma a auxiliar na identificação humana. Cabe aos peritos, em locais de crime, a difícil tarefa de localizar, reconhecer e identificar vestígios biológicos ali existentes. O objetivo da pesquisa foi avaliar a quimiluminescência do reagente Bluestar®, verificando se há como identificar manchas de sangue em diferentes substratos e após diferentes períodos de tempo; além da viabilidade de identificação de vestígios de sangue em corpos de prova, após submetidos a lavagem com água e sabão. Quatro substratos diferentes foram utilizados: cerâmica, tecido de algodão, carpete e MDF (Medium-Density Fiberboard ou painel de fibras de madeira). Sobre cada um destes, 2 mL de sangue foram depositados. 12 substratos foram mantidos com a mancha de sangue visível e 12 foram lavados, sendo divididos em três períodos de tempo: 1 dia (T1), 7 dias (T2) e 30 dias (T3). Sobre cada corpo de prova o reagente Bluestar® foi borrifado. Todos os corpos de prova apresentam quimiluminescência após utilização do Bluestar®, em todos os tempos da pesquisa. Conclui-se que o Bluestar® é efetivo na identificação de manchas de sangue visíveis e latentes, mesmo após 30 dias de sua remoção. 

Published

2016-07-26

How to Cite

Cristina Saft Matos Vieira, Christian Zamberlan Angheben, Fabio Delwing, Mário Marques Fernandes, Rachel Ribeiro Tinoco, & Rosane Pérez Baldasso. (2016). Comportamento do Reagente Bluestar® em Manchas de Sangue Frente a Diferentes Tempos, Superfícies e Lavagem. Brazilian Journal of Forensic Sciences, Medical Law and Bioethics, 5(4), 402–409. https://doi.org/10.17063/bjfs5(4)y2016402

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Original Article