Estimativa do Sexo e Idade por Meio de Mensurações Faciais em Crânios Secos de Adultos

Authors

  • Helda Crystiane Cirilo Teles
  • Rafael Adailton dos Santos Junior
  • Vanessa dos Anjos Sandes
  • Francisco Prado Reis

DOI:

https://doi.org/10.17063/bjfs9(3)y2020292

Keywords:

Human identification, Identificação humana, Sex, Sexo, Age, Idade, Skull, Crânio

Abstract

O objetivo desta pesquisa é verificar o dimorfismo sexual e estimativa da idade através de mensurações faciais utilizando-se a região zigomática. Visa-se fornecer subsídios para futuras investigações na Antropologia Forense. Foi utilizada uma amostra 241 crânios, dos quais 226 crânios foram analisados. Dos incluídos, 89 do sexo feminino e 137 masculinos, todos maiores de 20 anos de idade e pertencentes ao acervo de uma coleção de crânios humanos secos do Laboratório de Anatomia Humana da Universidade Tiradentes. Todas as mensurações dos pontos, em ambas as faces foram realizadas com um paquímetro digital de precisão. A análise de variância mostrou que os indivíduos do sexo masculino apresentaram médias das variáveis maiores que as do sexo feminino. De acordo com o teste t, ocorreu diferença significativa em todas as variáveis (p <0,05). Através da Análise Discriminante houve índice de acerto da ordem de 74,16% para o sexo feminino e 69,12% para o sexo masculino, apresentando uma taxa total de acertos de 71,64%. Pela regressão logística, foi atingido na amostra analisada um índice de concordância de 75,4%. Ficou constatado que o modelo de predição da idade não foi significativo para o presente estudo. Concluiu-se que os resultados não permitem uma aplicação imediata no campo forense, para a predição do sexo, apesar da metodologia da metodologia estatística empregada.

Published

2020-04-28

How to Cite

Helda Crystiane Cirilo Teles, Rafael Adailton dos Santos Junior, Vanessa dos Anjos Sandes, & Francisco Prado Reis. (2020). Estimativa do Sexo e Idade por Meio de Mensurações Faciais em Crânios Secos de Adultos. Brazilian Journal of Forensic Sciences, Medical Law and Bioethics, 9(3), 292–307. https://doi.org/10.17063/bjfs9(3)y2020292

Issue

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Original Article